Document: Abstract Objective to estimate the prevalence of infection by respiratory viruses in pediatric patients with cancer and acute respiratory infection (ARI) and/or fever. Methods crossâ€sectional study, from January 2011 to December 2012. The secretions of nasopharyngeal aspirates were analyzed in children younger than 21 years with acute respiratory infections. Patients were treated at the Grupo em Defesa da Criança Com Câncer (Grendacc) and University Hospital (HU), JundiaÃ, SP. The rapid test was used for detection of influenza virus (Kit Biotrin, Inc. Ireland), and realâ€time multiplex polymerase chain reaction (FTD, Respiratory pathogens, multiplex Fast Trade Kit, Malta) for detection of influenza virus (H1N1, B), rhinovirus, parainfluenza virus, adenovirus, respiratory syncytial virus, human parechovirus, bocavirus, metapneumovirus, and human coronavirus. The prevalence of viral infection was estimated and association tests were used (χ2 or Fisher's exact test). Results 104 samples of nasopharyngeal aspirate and blood were analyzed. The median age was 12 ± 5.2 years, 51% males, 68% whites, 32% had repeated ARIs, 32% prior antibiotic use, 19.8% cough, and 8% contact with ARIs. A total of 94.3% were in good general status. Acute lymphocytic leukemia (42.3%) was the most prevalent neoplasia. Respiratory viruses were detected in 50 samples: rhinoviruses (23.1%), respiratory syncytial virus AB (8.7%), and coronavirus (6.8%). Coâ€detection occurred in 19% of cases with 2 viruses and in 3% of those with 3 viruses, and was more frequent between rhinovirus and coronavirus 43. Fever in neutropenic patients was observed in 13%, of which four (30.7) were positive for viruses. There were no deaths. Conclusions the prevalence of respiratory viruses was relevant in the infectious episode, with no increase in morbidity and mortality. Viral coâ€detection was frequent in patients with cancer and ARIs. Resumo Objetivo estimar a prevalência da infecção pelos vÃrus respiratórios em pacientes pediátricos com câncer e infecção respiratória aguda (IRA) e/ou febre. Métodos estudo transversal, de janeiro de 2011 a dezembro de 2012. Foram analisadas secreções de aspirado da nasofaringe de menores de 21 anos, com quadro respiratório agudo, atendidos nos hospitais Grendacc e HU, JundiaÃ, SP. Foi aplicado o teste rápido para detecção dos vÃrus influenza (Kit Biotrin®) e a reação em cadeia da polimerase multiplex em tempo real (Kit multiplex/Fast Trade®) para detecção dos vÃrus: influenza (A, H1N1, B), rinovÃrus, parainfluenza, adenovÃrus respiratório, vÃrus respiratório sincicial, parechovÃrus, bocavÃrus, metapneumovÃrus humano e coronavÃrus humano. Foi estimada a prevalência de infecção viral e usados testes de associação (χ2 ou teste exato de Fisher). Resultados foram analisadas 104 amostras de aspirado de nasofaringe e sangue. A mediana para a idade foi 12±5,2 anos; masculino (51%); cor branca (68%); IVAS de repetição (32%); uso prévio de antibiótico (32%); tosse (19,8%); e contato com IVAS (8%). Apresentavamâ€se em bom estado geral 94,3% dos pacientes. A leucemia linfocÃtica aguda (42,3%) foi mais prevalente. Foram detectados vÃrus respiratórios em 50% das amostras: rinovÃrus (23,1%), vÃrus sincicial respiratório A/B (8,7%) e coronavÃrus (6,8%). Ocorreu codetecção em 19% entre dois vÃrus, e de 3% entre três vÃrus, sendo a mais frequente entre rinovÃrus e coronavÃrus 43. Febre em neutropênicos foi de 13%, sendo quatro (30,7%) com vÃrus positivo. Não houve óbitos. Conclusões a prevalência de vÃrus respiratórios foi importante no episódio infeccioso, sem aumento da morbimortalidade. As codetecções foram frequentes em pacientes com câncer e IRA.
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